Numa acção coordenada com o Departamento de Controlo Operacional, o sector de Acção Social, Higiene e Segurança no Trabalho realiza no âmbito da implementação do plano da quadra festiva teste de bafómetro para verificação dos níveis de consumo de álcool nos seus colaboradores. Esta acção vem sendo realizada já alguns anos durante a época festiva do Natal e do final do Ano. O objectivo é de manter a prestação de serviço de qualidade e com segurança contribuindo para a redução dos níveis de sinistralidade nas vias públicas. Francisco Correa, Coordenador da área, afirma que a equipe do controlo, não mede esforço, mantendo-se de prontidão nos momentos de rendição dos dois turnos, por considerar uma acção importante e que desencoraja a apresentação dos colaboradores ao local de trabalho sob o efeito de bebidas alcoólicas e outras drogas. Um total de 101 colaboradores escalados para trabalhar no feriado do dia da família foram submetidos ao teste, sem incidência de consumo de qualquer tipo de substâncias que concorressem para embaraçar o decurso das actividades. Julião Fumo, chefe do Departamento Operacional mostrou-se satisfeito com os resultados e disse que os colaboradores estão cientes do papel que têm diante da sociedade no que tange a prestação de um serviço de qualidade e seguro e por isso apresentam-se aptos a dar sua contribuição no cumprimento das metas e em particular do plano das operações para quadra festiva lançada recentemente.
Corujas da EMTPM transportam 32% dos passageiros
Dos dezasseis mil utentes do serviço nocturno vulgo coruja, 32% são transportados nas corujas 2 e 4 corredores operados pela EMTPM.
Este número está longe de responder os custos de operação para serviço, bem como a necessidade de limar alguns desafios, como aprimorar o sistema de controlo para garantir que apenas operadores licenciados estejam no terreno nas horas previstas para o serviço, massificar a divulgação dos horários, identificação dos autocarros e preços. Lourenço Albino Presidente do Conselho de administração da EMTPM, apontou alguns constrangimentos para os operadores tais como: Fraco fluxo de passageiros em determinadas horas e baixa de receita, gerando por conseguinte pressão sobre a tesouraria da empresa; Incapacidade do serviço de gerar receitas suficientes para a cobertura dos custos operacionais; Presença de transportadores privados não licenciados ao serviço e rota, que interceptam a coruja da Matola Gare nas paragens da Guerra Popular, Bairro do Jardim e Coca-Cola cobrando uma tarifa baixa; Embarque de passageiros embriagados que por vezes criam desordem no interior dos autocarros, perturbando os demais passageiros; e ainda existem passageiros que desconhecem a tarifa, facto que tem criado um desconforto aos utentes e constrangimento às tripulações.
Operações de Tráfego fecham primeiro semestre com um crescimento de 3%, e colocaram-se a 99% do cumprimento do plano de colecta da receita para o período em análise.
Nos primeiros seis meses do ano de 2019, as Operações de Tráfego colectaram para os cofres da empresa 65,748,437,00 MT, ao transportar 4.819.561 passageiros o que representa um crescimento de 3% quando comparado com igual período de 2018 onde foram colectados 63, 835,118,00 MT.
Durante o período a empresa operou com uma frota média diária de 45 autocarros contra 40 de 2018.Os dados constam do Relatório de balanço preliminar, apreciado na 103ª sessão ordinária do Conselho de administração
A disponibilidade média diária aumentou para 50 unidades, resultado do esforço encetado pela empresa na provisão de materiais para a assistência técnica da frota aliado a implementação do plano de reciclagem do pessoal oficinal.
Segundo Silvestre Constantino, Director das Operações, o preparo técnico das equipas, sua entrega ao trabalho, respeito do tempo padrão para as intervenções mecânicas e capacidade de provisão de peças e equipamentos que caracterizaram os últimos meses estão na origem do aumento da disponibilidade verificada.
Não obstante a existência de equipa de profissionais qualificados, a empresa está a implementar com rigor o seu plano de capacitação e reciclagem dos técnicos da área operacional nomeadamente: tripulantes e mecânicos, não só para as marcas operacionais da empresa, mas também no mercado, disse.
Actualmente a empresa opera com 3 marcas VW, TATA e Yotung, mas seus técnicos estão qualificados para fazer a manutenção de outras marcas.
O aumento da disponibilidade permitiu responder as necessidades dos utentes, garantir reserva técnica, reservados e reforçar a arrecadação de receita.
ESCOLA de Condução EMTPM – Especial é uma referência na formação de profissionais para o transporte de cargas perigosas, condução com autocarros de médio e grande porte.
Em 2017 desenhou um projecto de expansão para a região norte do País. Em Maio último, uma parceria celebrada com a empresa MD Consultores a Escola de Condução EMTPM – ECE testou com êxito seu projecto ao capacitar 24 motoristas em serviço no corredor de Desenvolvimento de Nacala nas matérias de condução defensiva com maior destaque nas relações interpessoais e comportamentais..
Amisse Ramide Director da ECE, instrutor a 16 anos referiu que a parceria com a MD Consultores é oportunidade para alargar a carteira de cliente numa altura em que a escola está na prospeção de novos mercados para implementação do projecto já aprovado. Mais do que isso, a abertura de novas escolas é uma forma de contribuir para o crescimento da economia nacional, através da formação de profissionais de qualidade.
Ser um profissional de condução é mais do que saber guiar um carro, exige muita responsabilidade, convergência de conhecimentos sobre as necessidades momentâneas da viatura, avaliação do ambiente, precaução para evitar o desgaste das peças e consumo excessivo de combustível. Disse Ramide.
Armando Taimo, outro quadro da ECE com longa experiência diz que a capacitação de Nampula foi um sucesso, a medir pelos resultados obtidos na avaliação dos instruendos. O êxito deveu-se a abordagem dos formadores, pois a metodologia era centrada no formando, uma vez que tratava-se de motoristas que vinham exercendo a condução, cada um com seu “vício”, pelo que era necessário moldar as mentes e prepara-los para receber novos conteúdos, disse.